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Gonçalo
Quadros,
CEO
da Critical Software
1 - Num mundo global e hiper-competitivo, onde os
constantes avanços tecnológicos não param de abrir
caminhos para enfrentarmos novos e velhos desafios, as
empresas deste sector têm de ser capazes de,
eficientemente, apresentarem melhores soluções para o
suporte do negócio dos seus clientes.
Eficácia e Inovação (no sentido da identificação dos
problemas a resolver e da melhor forma de os resolver) e
Eficiência (no sentido da melhor utilização dos
recursos disponíveis para tal) são os grandes desafios.
Numa palavra, competitividade.
2 - Desenhar estruturas simples e ágeis focadas nos seus
mercados (na capacidade de os compreender profundamente) e
capazes de desenvolver continuamente as novas competências
necessárias para lhes responder – o que passa pela
promoção de uma cultura forte centrada no mérito e
auto-crítica.
3 - Criar condições para que os mercados funcionem bem.
Numa indústria baseada no conhecimento deve ser também
sua preocupação a criação de condições para que o
conhecimento se instale e desenvolva. Um sistema de ensino
de qualidade é sem dúvida uma prioridade, como deve ser
a atracção de empresas capazes de trazerem com elas boas
práticas e competências em défice (e de servirem de âncoras
para elas).
A promoção da ciência, da cultura, ou seja do gosto
pelo saber, deve também estar no centro das suas preocupações.
4 - ‘Hard-work’, ambição, confiança no que somos
capazes de fazer e promoção de uma cultura
particularmente forte baseada no mérito e auto-crítica têm
sido aspectos chave no nosso percurso.
5 - Ser bem sucedida na última fase do desenvolvimento de
tecnologias onde têm vindo a apostar. Ou seja, torná-las
num sucesso comercial (ex. EdgeBOX, uma network appliance
inteiramente desenvolvida na Critical).
Consolidar a sua presença nos mercados externos.
Gastão
Taveira,
CEO
da Altitude Software
1 - O maior desafio consiste em manter o desenvolvimento
das empresas num cenário económico de estagnação,
principalmente na Europa.
Por um lado, o alongamento do ciclo de vendas obriga a um
aperto dos orçamentos para renovação de tecnologia; por
outro, a tecnologia não pára de evoluir, pelo que tem de
se investir permanentemente na inovação e melhoria dos
produtos para aumentar competitividade e quota de mercado.
2 - Neste contexto competitivo, as empresas de tecnologia
têm de continuar a inovar para manterem um grau de
diferenciação relevante nos seus produtos e serviços.
A nível estratégico têm de saber encontrar os nichos de
mercado em que podem diferenciar-se e apresentar uma
oferta ganhadora com valor acrescentado. Depois têm de
manter uma elevada eficiência operacional e um elevado
padrão de qualidade e serviço ao cliente.
3 - O Estado deve, acima de tudo, garantir condições sãs
de concorrência e manter um clima propício ao
investimento em inovação. Além de dever manter um
regime fiscal estável e competitivo.
4 - O factor mais importante é o excelente produto que a
empresa detém e que ainda tem características inovadoras
e não replicadas pela concorrência.
Em segundo lugar, foram investidos na Altitude montantes
significativos que permitiram à empresa alargar a presença
nos principais mercados mundiais.
5 - Em termos de desenvolvimento comercial queremos:
- Ganhar uma posição dominante de mercado a nível
europeu, desenvolver de forma acelerada a presença na América
do Norte e em novos mercados emergentes.
A nível tecnológico:
- Ganhar vantagem competitiva no produto Altitude uCI.
- Conquistar os primeiros clientes para o modelo ASP
(Application Service Provider) .
- Desenvolver a nova versão
do produto Altitude uCI que vai actualmente na versão
7.1.
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