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A importância do cluster turismo-lazer é, para o
Governo, prioritária para o desenvolvimento do País,
sendo mesmo considerado como um “sector estratégico”.
Além disso, o turismo “pode dar um contributo
importante, nomeadamente através do aumento das receitas
externas, para a cobertura do défice da balança
comercial e para o combate ao desemprego”.
A complexidade da actividade do turismo, quer no tipo de
oferta quer na dimensão e no grau de desenvolvimento
regional são, para o Governo, razões que justificam a
implementação de uma política nacional de turismo que
deve ainda articular sectores como o ordenamento do território,
o ambiente, a cultura, o desporto, as infra-estruturas e o
transporte aéreo. Ofertas de qualidade, o crescimento da
procura, a implementação de estratégias regionais, a
promoção do investimento e a definição de uma Lei do
Turismo são os cinco vectores da política nacional para
o sector.
A curto prazo, o Governo
procura aumentar o número de turistas estrangeiros e de
visitas de emigrantes portugueses e a dinamização do
turismo interno, em especial nas regiões do interior e
emergentes. Para tal, propõe um conjunto de medidas
prioritárias como a implementação de Planos de Intervenção
Turística (PIT), a criação de um novo quadro de apoio
financeiro às empresas turísticas e a agilização dos
procedimentos de licenciamento. O reforço dos programas
de formação, à projecção de um dos centros de
investigação em turismo e o estímulo à certificação
ambiental dos vários produtos e empreendimentos locais de
turismo são outras estratégias
a seguir.
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